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quinta-feira, 24 de março de 2016

GRATIDÃO PELA GRAÇA MANIFESTADA ATRAVÉS DA VIDA DO PASTOR TOMÉ WILLSON

A graça de Deus chega a nós de várias maneiras. Uma das mais comuns é através de outras pessoas. Deus usa homens e mulheres como canais para fazer as águas de Sua graça abençoarem outras vidas.
Esta graça chegou a alguns de nós através da vida do Pastor Thomas Flenner Willson, mais conhecido como Pr. Tomé ou “seu Tomé”.  Ele foi um dos pioneiros no trabalho evangélico aqui no Cariri cearense.
Além de contribuir para a evangelização, fundação de igrejas, ensino em escolas seculares, inclusive na Universidade, também  foi diretor, deão acadêmico e professor no Seminário Batista do Cariri. Com isso, influenciou várias gerações de obreiros formados naquele seminário. Na região do Cariri, o Pr Tomé serviu a Deus em várias igrejas. Na Igreja Batista Regular do Novo Juazeiro, serviu por dez anos (1979-1988). Os mais antigos na igreja podem lembrar de suas pregações, aulas na Escola Dominical, e de como se apresentava como voluntario para discipular os novos convertidos.
            No dia 23 de março, aos 92 anos, o pastor Tomé deixou esta vida. Na linguagem do apóstolo Paulo, ele partiu para estar com Cristo. A âncora que o prendia neste mundo foi solta, e ele empreendeu a viagem para a situação que é incomparavelmente melhor (Filipenses 1.23).  Nas palavras de Jesus, ele foi levado pelos anjos para a presença de Deus (Lucas 16.22)
            Quero aproveitar para repetir a homenagem que fiz ao Pastor Tomé por ocasião de seu aniversário de 87 anos. 
             Pessoalmente sou muito devedor ao Sr. Tomé. Sem dúvida ele foi uma das pessoas que mais marcou a minha vida.  Quero alistar alguns fatos.
            Quando tomei a decisão de estudar em um seminário, escrevi para várias escolas no Brasil, pois não sabia onde deveria estudar. Foi o senhor Tomé quem mais rapidamente respondeu e se prontificou a me ajudar a chegar aqui, minorando algumas dificuldades que eu enfrentava então. Sua carta teve um papel determinante em minha decisão de estudar no SBC. Posso até dizer que, escolhi estudar no SBC por causa daquela carta incentivadora que ele me enviou.
            No Seminário, foi professor exigente e dedicado, buscando que eu desse o meu melhor nos estudos e no trabalho. Esforçou-se sobremaneira para que eu pudesse continuar nos estudos em níveis além da graduação. Inclusive custeando várias mensalidades e viagens que eu tinha de fazer.
Se voltei para o Cariri, depois de formado, para ensinar no SBC, muito se deve ao Pr Tomé. Tanto incentivou os membros do conselho a me convidarem como me incentivou a aceitar. O mesmo se deu quanto ao pastorado da Igreja de Novo Juazeiro, que pastoreio há 27 anos. Tenho certeza que sua palavra teve muito peso para que os irmãos daquela época me convidassem. Além disso, fortemente me aconselhou a aceitar este convite.
            Se hoje sou convidado a pregar em vários lugares deste país, o seu Tomé também foi instrumento nisso, indicando meu nome para as igrejas, e muitas vezes, ele deixava de ir quando convidado, e pedia para que eu fosse em seu lugar. 
            Sempre tratou minha família com muito carinho. Quando chegamos ao Cariri, ainda sem casa para morar, ele nos acolheu em sua casa.
            A graça de Deus usou o Pr Tomé para que chegasse onde estou hoje. Ele me serve de exemplo, fazendo-me ver que sou canal através do qual a graça de Deus deve fluir para abençoar outros.
            OBRIGADO SENHOR, PELA VIDA DO PR. TOMÉ, Ajuda-me a ser para outros um pouco do que ele foi para mim.
           

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

GRATIDÃO: TEMPERO DO DEVER

Certos alimentos ganham um sabor especial quando acompanhados de outros. Exemplos: o pão fica mais saboroso, se com manteiga e café; a salada, se com azeite, e a carne, se temperada com sal. O mesmo fenômeno ocorre nos deveres para com Deus. Estes ficam mais agradáveis, quando temperados com a gratidão. A Bíblia nos ensina a realizarmos todos os serviços que prestamos a Deus com gratidão.
         A manutenção da unidade entre os irmãos deve ser acompanhada com a gratidão. Somos exortados a deixar a paz de Cristo governar os nossos corações, pois fomos chamados para conviver nesta paz, em um corpo. Para isto devemos ser agradecidos: Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos (Cl 3.15). Uma atitude de gratidão ajuda a manter tanto a paz em nossos corações, como a paz nos relacionamentos com os demais membros do Corpo de Cristo. As queixas e murmurações, sinais de ingratidão, tornam a convivência desagradável. 
         O louvor a Deus deve ser acompanhado pela gratidão: cantando ao Senhor com graça nos vossos corações (Cl 3.16). Louvar a Deus é reconhecer quem Ele é, o que Ele tem feito por nós e pelos outros, e elogiá-lo. Fazer isto sem gratidão, seria pura hipocrisia. Uma forma de expressar nossa gratidão é cantando.
         Todas as nossas ações devem representar o Senhor Jesus, e todas elas devem ser feitas com gratidão: tudo o que fizerem, em palavra ou ação, façam em nome de Jesus, agradecendo através Dele a Deus (Cl 3.17). Somos embaixadores de Jesus, trazemos sobre nós a Sua marca. O que falamos e fazemos apontam para Ele. A gratidão é uma maneira de mostrarmos o quanto confiamos nele, na Sua soberania, no Seu amor e na sua sabedoria em cuidar de nós. Ela também indica que somos felizes em sermos servos dele.
         Nosso crescimento espiritual deve ser abundando em ações de graças (Cl 2.7). Crescer no relacionamento com Deus é conhecer mais e melhor a Deus. E quanto mais conhecermos a Deus, mais maravilhados ficaremos com Ele e, consequentemente, mais gratos seremos. Não é possível crescer na fé com a ingratidão dominando o nosso coração.
Nossas orações devem ser regadas com ações de graças. A perseverança na oração deve ser seguida com a vigilância em ações de graças: Perseverai na oração, vigiando com ações de graças. (Cl 4.2). Em Filipenses 4.6, Paulo nos diz que a cura para a ansiedade é a oração acompanhada de gratidão: Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. A oração por todos os homens também deve ser feita com ações de graças: Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens. (1 Tm 2.1).
         Por último, a recepção de todas as boas coisas da vida deve ter a companhia da gratidão: pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável (1 Tm 4.4). Sempre lembrando que tudo que temos de bom, como o alimento, o companheirismo e outras bênçãos, chegam a nós como produto da graça de Deus. E a reação adequada diante de uma graça recebida é a gratidão.
         A gratidão é o acompanhamento indispensável dos deveres para com Deus. Sem gratidão, todos os deveres ficam sem graça e assim é impossível servir a Deus. A gratidão vai tornar o serviço a Deus uma obra de amor e alegria.
A gratidão é uma questão de atitude interior e não de circunstância. Veja o exemplo de David Rothenberg. Quando ele tinha seis anos, seu pai deu-lhe um sonífero, depois derramou querosene sobre ele e ateou fogo. Ele sofreu queimaduras de 3º grau em 90% do seu corpo. Alguns anos e 60 cirurgias depois, sabendo que faria outras, disse: estou vivo, o que já é bom o suficiente.
         Sempre há motivos para agradecer. Nosso coração sempre será uma festa, quando a gratidão for o tempero constante de nossa vida. 

            A generosidade de Deus é tão grande, e nossa gratidão tão pequena.

sexta-feira, 21 de março de 2008

GRATIDÃO: TEMPERO DO DEVER

Certos alimentos ganham um sabor especial quando acompanhados de outros. Exemplos: o pão fica mais saboroso, se com manteiga e café; a salada, se com azeite, e a carne, se temperada com sal. O mesmo fenômeno ocorre nos deveres para com Deus. Estes ficam mais agradáveis, quando temperados com a gratidão. A Bíblia nos ensina a realizarmos todos os serviços que prestamos a Deus com gratidão.
         A manutenção da unidade entre os irmãos deve ser acompanhada com a gratidão. Somos exortados a deixar a paz de Cristo governar os nossos corações, pois fomos chamados para conviver nesta paz, em um corpo. Para isto devemos ser agradecidos: Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos (Cl 3.15). Uma atitude de gratidão ajuda a manter tanto a paz em nossos corações, como a paz nos relacionamentos com os demais membros do Corpo de Cristo. As queixas e murmurações, sinais de ingratidão, tornam a convivência desagradável. 
         O louvor a Deus deve ser acompanhado pela gratidão: cantando ao Senhor com graça nos vossos corações (Cl 3.16). Louvar a Deus é reconhecer quem Ele é, o que Ele tem feito por nós e pelos outros, e elogiá-lo. Fazer isto sem gratidão, seria pura hipocrisia. Uma forma de expressar nossa gratidão é cantando.
         Todas as nossas ações devem representar o Senhor Jesus, e todas elas devem ser feitas com gratidão: tudo o que fizerem, em palavra ou ação, façam em nome de Jesus, agradecendo através Dele a Deus (Cl 3.17). Somos embaixadores de Jesus, trazemos sobre nós a Sua marca. O que falamos e fazemos apontam para Ele. A gratidão é uma maneira de mostrarmos o quanto confiamos nele, na Sua soberania, no Seu amor e na sua sabedoria em cuidar de nós. Ela também indica que somos felizes em sermos servos dele.
         Nosso crescimento espiritual deve ser abundando em ações de graças (Cl 2.7). Crescer no relacionamento com Deus é conhecer mais e melhor a Deus. E quanto mais conhecermos a Deus, mais maravilhados ficaremos com Ele e, consequentemente, mais gratos seremos. Não é possível crescer na fé com a ingratidão dominando o nosso coração.
Nossas orações devem ser regadas com ações de graças. A perseverança na oração deve ser seguida com a vigilância em ações de graças: Perseverai na oração, vigiando com ações de graças. (Cl 4.2). Em Filipenses 4.6, Paulo nos diz que a cura para a ansiedade é a oração acompanhada de gratidão: Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. A oração por todos os homens também deve ser feita com ações de graças: Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens. (1 Tm 2.1).
         Por último, a recepção de todas as boas coisas da vida deve ter a companhia da gratidão: pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável (1 Tm 4.4). Sempre lembrando que tudo que temos de bom, como o alimento, o companheirismo e outras bênçãos, chegam a nós como produto da graça de Deus. E a reação adequada diante de uma graça recebida é a gratidão.
         A gratidão é o acompanhamento indispensável dos deveres para com Deus. Sem gratidão, todos os deveres ficam sem graça e assim é impossível servir a Deus. A gratidão vai tornar o serviço a Deus uma obra de amor e alegria.
A gratidão é uma questão de atitude interior e não de circunstância. Veja o exemplo de David Rothenberg. Quando ele tinha seis anos, seu pai deu-lhe um sonífero, depois derramou querosene sobre ele e ateou fogo. Ele sofreu queimaduras de 3º grau em 90% do seu corpo. Alguns anos e 60 cirurgias depois, sabendo que faria outras, disse: estou vivo, o que já é bom o suficiente.
         Sempre há motivos para agradecer. Nosso coração sempre será uma festa, quando a gratidão for o tempero constante de nossa vida. 
            A generosidade de Deus é tão grande, e nossa gratidão tão pequena.


O VALOR DE LER LIVROS

                 A tecnologia acelerou significativamente nossas vidas, criando uma demanda por gratificação instantânea.  Essa mudança, ali...