A
frase “descansando numa sombra” produz em nossa mente imagens de árvores
frondosas e pessoas assentadas debaixo sem fazer nada, apenas deixando o tempo passar. Ou ainda deitadas tirando uma soneca, desfrutando uma sensação de repouso das fadigas
e protegidas do calor do sol. A mesma frase foi usada pelo Espírito Santo para
se referir a um outro tipo de sombra, que também nos dá descanso e proteção: a
sombra de Deus.sexta-feira, 14 de julho de 2017
À SOMBRA DO ONIPOTENTE
A
frase “descansando numa sombra” produz em nossa mente imagens de árvores
frondosas e pessoas assentadas debaixo sem fazer nada, apenas deixando o tempo passar. Ou ainda deitadas tirando uma soneca, desfrutando uma sensação de repouso das fadigas
e protegidas do calor do sol. A mesma frase foi usada pelo Espírito Santo para
se referir a um outro tipo de sombra, que também nos dá descanso e proteção: a
sombra de Deus.sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Ensaio 12 - À SOMBRA DO ONIPOTENTE
“Viver à sombra de alguém” é uma expressão de dependência. Quem vive à sombra de outro é porque depende dele. Nem sempre isto é bem visto em nossa cultura. Geralmente quando nos referimos a alguém que vive à sombra de outro, estamos comunicando a idéia de que está se aproveitando.
Na Bíblia a palavra "sombra" é usada para comunicar várias idéias. Além de seu sentido literal ela pode expressar algo transitório, efêmero, que tem curta duração (1 Cr 29.15); semblante ou aspecto (Jó 17.7); a imagem não muito nítida de algo (Cl 2.17; Hb 8.5; 10.1); uma ameaça (Mt 4.16); e também descanso e proteção. É neste último sentido que o peregrino, que ia adorar em Jerusalém, canta que o SENHOR era a sua sombra (Sl 121.5).
Numa terra de clima quente, como em Israel, a sombra tinha uma grande importância especialmente no verão. Pessoas e animais careciam de sombra para descansar (Gn 18.1; Ct 1.7; Is 49.10). Peregrinos precisavam de sombra para passar o calor da tarde quando viajavam (1 Rs 13.14; Gn 18.4,8).
Quem viajava também precisava sombra para se proteger. Estar debaixo da sombra do telhado da casa, significava estar protegido pelo dono da casa (Gn 19.8). Algumas pessoas buscavam esta sombra em nações e reis (Is 30.2; Lm 4.20). Isto mostrava sua confiança nestas autoridades (Jz 9.15).
No caso do peregrino o SENHOR tanto era sombra para proteção do calor como dos inimigos. Era sombra para descanso e segurança. Nós também precisamos desta sombra.
Algumas vezes a vida pode se tornar como um dia de calor fustigante, ou ainda de fortes tempestades. A crueldade dos homens maus é comparada a forte tempestade batendo contra o muro e um forte calor. O SENHOR é a sombra contra esta a opressão, diante da qual somos fracos (Is 25.4,5).
Outras vezes enfrentamos pessoas e situações que tentam nos destruir tanto física como espiritualmente. Ficamos como entre feras a nos rodear para nos devorar. Nestes momentos, como filhotes que se abrigam sob as asas da mãe, podemos encontrar abrigo à sombra das asas de Deus (Sl 17.8-12; 91.4).
Foi sob a sombra das asas de Deus que Davi foi se abrigar, quando era perseguido por Saul. Ele disse que ficaria ali até que as calamidades passassem (Sl 57.1). As calamidades podem ser tragédias como as acontecidas contra Jó (Jó 6.2; 30.13), problemas causados por filhos (Pv 19.13), ou a maldade que os homens carregam no íntimo (Sl 5.9). À sombra das asas de Deus, Davi cantava cheio de alegria, mesmo no deserto de Judá, provavelmente fugindo da rebelião de seu filho Absalão (Sl 63.7).
Os peregrinos precisavam de lugares seguros para se abrigar à noite, nós também precisamos de lugar de refúgio quando a vida se torna escura e ameaçadora. O melhor abrigo para nossa segurança é a sombra do Onipotente, quando enfrentamos a escuridão que a vida pode nos trazer (Sl 91.1).
A sombra das asas de Deus nunca nos decepciona, diferente da sombra prometida por homens, que envergonha nossa confiança (Is 30.2,3). A sombra de Deus de fato pode nos surpreender fazendo além do que imaginamos. Rute buscou refúgio à sombra destas asas, quando não se lhe apresentava nenhuma perspectiva de um futuro promissor, e ela encontrou um futuro que nem em sonho poderia imaginar (Rt 2.12). O mesmo ocorreria com o povo de Deus no cativeiro (Is 51.16).Esta sombra existe por conta da misericórdia de Deus, que é muito preciosa (Sl 36.7).
Deus pode fazer esta sombra na forma de um governante justo (Is 32.1,2), ou dando -nos sabedoria para viver (Ec 7.12 literalmente “a sabedoria é sombra”), ou mesmo através de uma planta (Jonas 4.6).
Ele tem prometido um tempo quando providenciará uma sombra permanente para Seu povo (Is 4.5,6; Os 14.8). Isto será realizado através de Seu Servo, que na forma de sombra foi anunciado no AT (Cl 2.17; Hb 8.5; 10.1), e foi protegido e preparado pela sombra da Sua mão (Is 49. 2; 51.16).
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
GUARDADOS DE TROPEÇAR
Andar é correr o risco de tropeçar e cair. Todos que andam já tropeçaram. ou quando pequenos, começando a aprender a andar, ou na velhice, quando a vista e as pernas já não estão tão fortes, e até entre estes dois períodos.
Alguns tropeços causam apenas um pouco de atraso em nossa caminhada, já outros podem deixar marcas e cicatrizes que sempre carregaremos conosco. Algumas vezes tropeçamos em pedras que acidentalmente aparecem em nosso caminho, noutras em pedras que foram colocadas propositalmente para nos fazer tropeçar. Seja num caso ou noutro, nossos tropeços foram causados por nossa falta de atenção. É sempre bom ter alguém que nos avisa das pedras em nossos caminhos.
O peregrino em sua caminhada para adorar em Jerusalém, também corria o risco de tropeços. Viajava a pé, por caminhos íngremes, cheios de curvas, não planos, rochosos e perigosos. O tropeçar e o cair eram sempre uma possibilidade. Mas ele clamava para não cair, pedia que Deus não permitisse que seus pés vacilassem (Sl 121.3). Naquelas estradas cheias de obstáculos, o peregrino confiava que Deus enviaria seus anjos para não deixá-lo tropeçar nas pedras (Sl 91.11,12).
A expressão “Pés que escorregam” também poderia expressar a possibilidade da perdição final (Dt 32.35), ou o cair da fé (Rm 14.4). Este é um tropeço grande, de consequências eternas. Só Deus pode nos impedir desta queda.
A Bíblia nos fala de várias são as pedras que podem nos fazer cair:
- os ídolos (Dt 7.25);
- o fazer justiça com as próprias mãos (1 Sm 25.31);
- as dúvidas e a inveja da prosperidade dos ímpios (Sl 73);
- a nossa própria prosperidade (Sl 69.22);
- o apego aos nossos pecados (Mt 5.29,30);
- as perseguições (Mt 13.21);
- as pessoas que estão conosco mas não pensam conforme os propósitos de Deus (Mt 16.23); - os escândalos que inevitavelmente virão do mundo (Mt 18.6,7);
- a crença na salvação pelas obras (Rm 9.32);
- os escândalos provocados por outros irmãos (Rm 14.13);
- os irmãos que provocam divisões (Rm 16.17);
- o mau uso da liberdade que temos em Cristo (1 Co 8.9);
- a nossa desobediência à lei de Deus (Tg 2.10);
- o uso da língua (Tg 3.2):
- e os falsos ensinos (Ap 2.14).
Não há apenas uma pedra no meio do caminho, mas muitas! Mas Deus nos guarda dos tropeços.
Para nos guardar dos tropeços Deus nos deu a Sua Palavra. Para quem anda conforme a Palavra de Deus não há tropeços (Sl 119.165). Obedecê-la é como andar na luz do dia, onde as pedras podem ser vistas e evitadas (Jo 10.9,10).
Obediência a esta Palavra inclui esforço e dedicação. Somos exortados a diligenciarmos em fazer firme nossa salvação (2 Pd 1.10). Jesus advertiu severamente e por duas vezes para tomarmos a decisão radical de cortar toda atitude e atividade pecaminosa, que pode nos fazer tropeçar (Mt 25.29,30; 18.8,9). O autor de Hebreus nos anima em fortalecer os joelhos desanimados, a fim de evitarmos a queda (Hb 12.12).
A oração é outro método usado por Deus para nos impedir de tropeçar e cair. Por isso que Jesus nos ensinou a orar Não nos deixe cair em tentação (Mt 6.13)
Mas no final é a Sua misericórdia que nos impede de cair (Sl 94.18). Podemos até chegar ao quase, como Asafe (Sl 73.2), mas podemos confiar que Deus é poderoso para nos guardar de todos estes tropeços, e nos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória (Jd 24).
Tal qual o peregrino, podemos confiar que chegaremos à Jerusalém, à nossa Jerusalém celestial, guardados por Aquele que não permite que nossos pés vacilem.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
A SEGURA PROTEÇÃO DE DEUS
Vivemos tempos perigosos. Desde a entrada do pecado que este mundo não é mais um lugar seguro. As ameaças são constantes. A nossa integridade física e a espiritual, e esta muito mais, vivem sob constante risco. Mas não podemos nos admirar desta situação, pois está é a vida de um peregrino. Em terra estranha, com gente estranha, rodeado de inimigos, só pode esperar ameaças. Mas, ao invés de medo, precisamos de proteção que seja segura para nos guardar neste tempo de peregrinação. No salmo 121 o peregrino canta que tem encontrado esta proteção em Deus. Seis vezes ele menciona Deus como o que guarda. Ele nos diz como esta proteção é segura. O VALOR DE LER LIVROS
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