domingo, 6 de março de 2016
Duas perguntas capitais - João 1.1-13
Que é Jesus para você?
O que você fará de Jesus?
Exposição do Evangelho de João 1.1-13
sábado, 15 de novembro de 2014
JESUS, O ÚNICO INVICTUS
O
poema Invictus, escrito pelo inglês William Ernest Henley em 1875, foi citado
muitas vezes na literatura e no cinema, normalmente de forma motivadora, para
afirmar que nada pode impedir a vontade de alguém em realizar seus sonhos e
projetos. Nele o poeta agradece a algum deus (se houver algum, conforme ele
diz) por sua alma que não se curva aos golpes da vida. O verso final diz assim:segunda-feira, 16 de abril de 2012
ESTÁ CONSUMADO
Terminar um trabalho é algo apreciável. A sensação produzida é agradável, e pode ser de alívio por se livrar de uma responsabilidade, ou de vibração exuberante por causa do resultado alcançado. Aqueles que já tiveram que escrever uma monografia ou um artigo podem testemunhar isso. Mas raramente concluímos um trabalho com a sensação de realização plena, pois logo percebemos que ele poderia ter ficado melhor, que há erros a serem corrigidos, ou mesmo partes que precisam ser melhoradas.domingo, 18 de março de 2012
O CARPINTEIRO
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
UM SÍMBOLO E SUAS EVOCAÇÕES
quarta-feira, 31 de março de 2010
NA MAIOR SOLIDÃO

A solidão é uma sensação horrível. Especialmente quando é resultado do abandono. Algumas pessoas podem sentir solidão, mesmo rodeada de outras pessoas, por algum problema interno. Já outros sentem solidão porque de fato estão solitários, foram abandonados. Mesmo estando num bom ambiente, e rodeado de boas coisas, a solidão não é agradável, é isto que o próprio Deus diz a respeito de Adão (Gn 2.18). Ele estava no Paraíso, mas sozinho, e Deus disse que isso não era bom.
Agora imagine, estar sozinho numa situação de intenso sofrimento! Sem ninguém que manifeste amor e possa socorrer! Quando o próprio Deus se afasta! Esta foi a solidão que Jesus experimentou.
Jesus já havia sido abandonado por seu povo, por aqueles para quem veio, conforme nos diz João: Ele veio para os que eram seus, mas os seus não o receberam (Jo 1.11). Pense no que é deixar a glória dos céus, a presença imediata do Pai e do Espírito, o louvor perfeito dos anjos, tornar-se homem, e um homem servo, para salvar um povo, e ser rejeitado por este povo?! Foi isso que Jesus fez (Filip 2.5-9). Sua vida foi perseguida desde cedo (Mt 2.16). Vários foram os momentos em que tentaram matá-lo (Lc 4.28-30; João 5.18; 8.59). Foi questionado e colocado a prova muitas vezes (Mt 22.15,23,35). Os de sua cidade o desprezaram (Mt 13.54-58) e os de Samaria recusaram lhe dar hospitalidade (Lc 9.51). Ele veio para ajuntar os seus como a galinha reúne seus filhotes, mas foi rejeitado (Lc 13.34)
Jesus foi desprezado até por sua própria família e considadãos. Seus irmãos não criam nele (João 7.5). Uma vez chegaram a considerar que ele estava fora de si, e quiseram prende-lo (Mc 3.21).
Jesus foi abandonado por seus discípulos. Logo no início alguns o deixaram porque consideram sua palavra muito dura (João 6.60,66), e naquele momento outros reafirmaram sua fé, mas mesmo estes depois o deixaram, primeiro dormindo quando Ele pediu que orassem por Ele (Mc 14.37), depois fugiram quando Ele foi preso (Mc 14.50).
Todos estes abandonos doeram em Jesus. Mesmo Ele sabendo de antemão que isso lhe ocorreria. Pois saber que uma injeção vai doer, não elimina a dor, quando nós a tomamos. Mas foram abandonos mais suportáveis, porque o Pai estava com Ele (Jo 16.32). Mas houve um abandono que doeu mais que todos, houve uma solidão que foi a maior de todas. Houve uma hora que nem o Pai ficou com Ele, que Ele ficou realmente sozinho! Este foi o maior de todos os abandonos, a maior de todas as solidões.
A quarta palavra da cruz nos revela este abandono, que ocorreu após seis horas que Jesus estava na cruz. Ele foi crucificado às nove horas da manhã, e as palavras foram gritadas às 3 horas da tarde (Mc 14.25,33,34). Mateus 27.46 e Marcos 15.34 deixaram estas palavras registradas. Elas foram proferidas na língua materna de Jesus: o aramaico (com algumas características do hebraico).
Antes de falar estas palavras Jesus já havia pedido o perdão do Pai para seus inimigos, garantido salvação ao ladrão, e confiado Sua mãe aos cuidados de João. Agora, depois de três horas de escuridão, Ele dá seu grito de desamparo. Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste? As trevas já haviam demonstrado o juízo e abandono de Deus naquele momento.
Estão entre as mais misteriosas palavras da Bíblia. Elas demonstram o quão profundamente Jesus estava abandonado pelo Pai por carregar os pecados dos homens sobre Ele. Elas ilustram o intenso sofrimento de Sua alma, pelo castigo que recebia pelos pecados humanos (5 Co 5.21). Deus Pai desviou Seu favor do Filho naquele momento, pois os pecados dos homens estavam sobre Ele (Is 53.6,10; Rm 3.25; Gl 3.13), e a santidade de Deus não aceita o pecado (Is 59.2; Hab 1.13), mesmo quando recai sobre Seu próprio Filho amado, no qual estava toda Sua alegria (Mt 3.17).
Mas o grito não expressa desespero, e sim fé. Jesus diz: Meu Deus. Ainda era o Seu Deus. As palavras já haviam sido proferidas quase mil anos antes, pelo rei Davi, num momento de aflição (Salmo 22.1). Neste mesmo salmo Davi canta sua confiança de que Deus iria libertá-lo (22.22). Jesus também demonstra esta confiança, apesar da solidão e da dor.
As palavras eram para testemunhar que Ele era o escolhido de Deus para cumprir as profecias, e ser o Salvador do mundo. E para nos mostrar o quanto é horrível o nosso pecado. Expressa a desolação do senso de ter sido abandonado por Deus que o pecado causa. E avisa que esta será a sensação daquele que não aceitarem segui-Lo, (Mt 25.41). Também dá confiança àqueles que seguem Jesus, de que nunca serão abandonados (Hb 13.5), pois Jesus já sofreu o maior dos abandonos no lugar deles.
O VALOR DE LER LIVROS
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