Quando o amor esfria, lembranças podem aquecê-lo novamente. Esta tem sido a experiênica de casais que, em momentos de esfriamento do amor, conversam sobre os bons momentos passados juntos, rememoram os compromissos assumidos, lembram os motivos que tiveram para se apaixonar, e assim por diante.
A mesma experiência podemos ter no nosso relacionamento com Deus. Ao lembrar as razões que temos para amá-Lo, podemos reavivar nosso amor por Ele.
Clique no link abaixo e ouça a mensagem "Lembrando as razões para amar a Deus".
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Quem lê os evangelhos irá notar que Jesus era uma pessoa de oração. Podemos ver que eleorou em vários momentos, e de várias formas. Orou em público eem particular; orouem pé ede joelhos; orou em lugares desertos nos arredores de cidades e nos montes; depois de milagres portentosos eantes de grandes decisões; orou antes de iniciar uma cruzada evangelística e após passar o dia ensinando no templo; orou antes de enfrentar a cruz e durante a cruz; orou por si mesmo eorou pelos discípulos; enfim, Jesus orava muito.
Ele valorizava tanto a oração que em épocas de muitas atividades ele se levantava quando ainda era escuro, para poder orar o suficiente, antes de ser interrompido ( Mc 1.35,36). Ele priorizava tanto a oração que mesmo quando seus discípulos enfrentavam grande perigo em alto mar ele continuou orando do cair da tarde até as três horas da manhã, quando então foi socorrer os discípulos ( Mt 14.22-24;Mc 6.45-48; Jo 6.16-19). Ele acreditava tanto no poder da oração que levou seus três discípulos mais chegados para orarem com Ele no momento mais difícil de sua vida ( Mt 26.40,41).
Para ele a oração era mais importante do que atender a multidão ( Lc. 5.15s), isto não porque não quisesse ajudar a multidão, já que Ele tinha compaixão dela ( Mt 9.36), ou porque não julgasse necessário cumprir sua missão ( Jo 9.4), masporqueEle acreditava que a melhor maneira tanto de ajudar a multidão como de cumprir sua missão era com oração.
A oração foi a forma como Ele se defendeu das pressões que procuravam levá-lo a realizar Sua obra de outra maneira ( Jo 6.15).
Ele tanto ensinou como demonstrou a verdade de que não precisamos de espectadores quando oramos, pois ele procurava lugares solitários para orar, e disse que devíamos orar assim ( Mt 6.6).
Otto Borchert, na excelente análise que faz da pessoa de Jesus, no livro O JESUS HISTÓRICO, indica três atitudes sobre Jesus e Sua vida de oração.
Para Jesus, orar era amar. Ele orava por pessoas ( entre muitos exemplos, podemos citar Jo 17, onde Ele orou até por nós ), através da oração buscava ajudar as pessoas que passariam por dificuldades ( orou por Pedro sabendo que ele iria negá-lo, Lc 22.32), mesmo na hora da morte orou pelos que o feriam ( Lc 23.34). A preocupação de Jesus não era fazer uso de Deus através da oração, mas desfrutar da comunhão com Deus, a oração era uma demonstração de que Ele amava a Deus, além do próximo.
Para Jesus, orar era se apropriar. Era uma busca pela ajuda de Deus crendo que Deus poderia ajudar. Era um grito de socorro pela ajuda do Pai. A agonia era o momento de orar com mais intensidade ( Lc 22.44), a oração era o modo de enfrentar o pavor e a angústia ( Mc 14.33).
Para Jesus, orar ser se sacrificar. Ele sacrificava a Sua vontade para fazer a vontade do Pai ( Lc 22.42). Ele colocava-se a disposição do Pai para glorificá-Lo ( Jo 17.1).
Que tal aprendermos com o Mestre o valor e significado da oração?
É fato que nosso amor por alguém pode ser influenciado por nossas amizades. Alguém pode se apaixonar por um time de futebol por conta do amor que seu pai ou amigos têm por aquele time. Alguém também pode deixar de amar por causa de suas companhias. Um filho pode esfriar no amor para com seus pais o marido por causa de amigos, namoro, etc.
O mesmo acontece no amor para com Deus. Quando ele esfria precisamos cultivar para que renasça. E nós o cultivamos afastando-nos dos que não amam a Deus, e nos aproximando dos que amam a Deus.
Clik no link, baixe e escute a mensagem "Cultivando o amor a Deus com boas companhias"