segunda-feira, 31 de agosto de 2009

AJUDANDO UNS AOS OUTROS A AQUECER O AMOR


A distância pode fazer o amor esfriar.






Algumas vezes um relacionamento acaba por causa da distância e da falta de comunicação entre as pessoas. Da mesma forma o amor a Deus pode esfriar porque nos mantemos distantes e sem comunicação com Deus. Mas este amor pode ser provocado, despertado, estimulado. Quando nos aproximamos dos irmãos, e estimulamos uns ao outros nós podemos nos ajudar mutuamente a manter a chama do amor acesa em nossos corações. Neste sentido somos cúmplices, isto é, devemos colaborar uns com os outros no aperfeiçoamento do amor a Deus. Somos parceiros em desafiar e encorajar uns aos outros, e para isto precisamos da regularidade das nossas reuniões uns com os outros. Por isso precisamos freqüentar uma igreja e exercer esta mutualidade. Clique no linkhttp://ww.4shared.com/dir/16177118/dda5c17d/sharing.html e ouça a pregação.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

MOTIVOS PARA CULTUARMOS COM ALEGRIA


Algumas vezes vamos ao culto por pura obrigação, não encontramos motivos para adorar com alegria. O versículo “Alegrei-me quando me disseram: vamos à casa do Senhor”, não pode ser aplicado à nossa vida nestes momentos. Não achamos motivos para nos alegrar, seja por causa de acontecimentos tristes, ou até por causa da rotina e apatia que toma conta de nós. O culto passa a ser mais um item na agenda. Mais uma tarefa a ser desempenhada apenas para satisfazer a consciência ou para manter as aparências. Gostaria de apresentar algumas razões para cultuarmos com alegria, mesmo quando as circunstâncias de nossa vida pessoal não são alegres.

Certa feita Jesus enviou seus discípulos para anunciar o evangelho, e eles voltaram cheios de alegria por que os demônios haviam se submetido a eles. Jesus lhes diz que o motivo maior de alegria deles não deveria ser o fato dos demônios se submeterem a eles, mas sim que seus nomes estavam escritos nos céus (Lc 10.1,17-20). Jesus indica que nossa maior alegria não deve ser o que fazemos, mesmo o que fazemos em nome de Jesus, mas o que Deus fez por nós. A nossa salvação é mais importante do que possuir poderes sobrenaturais. Foi esta alegria que encheu o coração do eunuco, ter entendido o evangelho, crer em Cristo e ser salvo (At 8.39).

Nosso ministério pode ter “altos e baixos”. Ora podemos realizar obras impressionantes, em outras ocasiões os resultados não serão tão aparentes. Mas há uma bênção imutável, que não depende das circunstâncias, porque não depende de nosso sucesso, mas da graça de Deus: a nossa salvação, o nosso nome escrito no livro dos cidadãos celestiais. Isto deve nos alegrar. Mesmo que a vida não aparente estar boa, mesmo que as circunstâncias sejam difíceis e até tristes, mesmo que o sucesso não seja percebido aqui, há motivo para irmos ao culto e nos alegrarmos: Deus escreveu nosso nome nos céus, por causa da obra de Jesus. Estamos garantidos nos registros celestiais.

Outra razão para nos alegrarmos é o arrependimento das pessoas. Jesus deixou isto claro quando disse que até os céus se alegram quando um pecador se arrepende (Lc 15.7,10). Mesmo quando estas conversões não estão ocorrendo em nosso meio imediato, mas em outros povos nós devemos nos alegrar. Foi esta a atitude dos discípulos nas províncias da Fenícia e Samaria, quando souberam que os gentios estavam sendo convertidos (At 15.3). Barnabé se alegrou em ver a obra de Deus avançando firme na cidade de Antioquia (At 11.23). Nossos cultos podem ter momentos missionários onde o avanço da obra de Deus no mundo é noticiado, e isto deve nos alegrar.

As pessoas que se convertem e seguem a verdade devem ser motivos de alegria. Paulo diz que sua alegria era os filipenses (Fp 4.1), e os tessalonicenses (1 Ts 2.19,20). O motivo que fazia com que ele se alegrasse era o fato de que estas pessoas estavam seguindo o Senhor Jesus Cristo, e compareceriam junto com ele diante de Deus. A obediência dos crentes em Roma (Rm 16.19) e o arrependimento dos crentes em Corinto lhe causaram alegria (2 Co 7.9,13). O apóstolo João declara a mesma verdade quando diz que não tem maior alegria do que ver os seus filhos andando na verdade (3 Jo 1.3,4; 2 Jo 1.4). Ir ao culto e testemunhar pessoas salvas seguindo a verdade deve nos encher de alegria. Podemos nos alegrar com a vitória que Deus está concedendo a nossos irmãos. E a maior vitória é ver que eles estão prosseguindo firme nos caminhos de Deus.

Um motivo não muito considerado nesta nossa época é o sofrimento por causa do evangelho. Jesus ensinou isto, mostrando que quem sofre por causa da justiça terá uma grande recompensa no céu (Mt 5.12; Lc 6.23). Este ensino foi bem assimilado pelos primeiros discípulos, que se alegraram, depois de apanharem por causa do evangelho, considerando isso uma honra (At 5.40,41). Paulo se alegrava com a expectativa de ser sacrificado por causa da fé. Ele considerava isto como uma oferta de libação a Deus, e convidou os filipenses a se alegrarem por isso também (Fp 2.17,18). Para ele, sofrer por causa das pessoas a quem o evangelho estava sendo pregado era participar dos sofrimentos de Jesus Cristo (Cl 1.24). Somos exortados a termos a mesma atitude (1 Pd 4.12-14).

Numa exposição de artigos da segunda guerra dois diários foram apresentados. Ambos tratavam de eventos do mesmo dia: o desembarque na Normandia, o dia principal para a vitória dos aliados. Um dos diários era de um soldado da infantaria, que viu muitas mortes, e escreveu no seu diário: dificilmente venceremos esta guerra. O outro diário era de um aviador. Ele havia visto como estava a guerra mais no interior do continente europeu, e a destruição que estava ocorrendo nos exércitos inimigos, este escreveu: com certeza vamos vencer esta guerra. Era a mesma guerra. A diferença era de perspectiva. Um observava do chão, o outro do alto. E isto fez a diferença na atitude. Eleve-se, e veja a vida do ponto de vista de Deus. A realidade não é apenas o que está acontecendo a sua volta. O reino de Deus inclui muito mais. E a guerra está sendo ganha.

Vá para o culto, e adore com alegria, você tem muitos motivos para isto: você foi salvo; outras pessoas estão sendo salvas; há vários crentes resistindo firmes na fé; o sofrimento é por uma causa eterna e vitoriosa. Alegre-se.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Aquecendo o amor a Deus com oração



Pequenas coisas podem aquecer um amor nos relacionamentos humanos. Não são as grandes realizações, mas os pequenos atos do dia a dia que mantêm um amor de casal aquecido.

No relacionamento com Deus também há algo simples, fácil, e que aquece o amor. Algo que todos podem fazer em qualquer hora, e em qualquer lugar. Só que este algo é não é muito praticado. A oração. Quando o amor esfria podemos aquece-lo com oração.

Habacuque nos dá um testemunho mostrando como sua devoção foi aquecida com oração. Clique no link http://ww.4shared.com/dir/16177118/dda5c17d/sharing.html e ouça a pregação.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Necessidade: Provação ou Tentação?



Somos seres necessitados. Já nascemos com necessidades. Precisamos de ar, alimento, cuidados, etc. As necessidades nos acompanham por toda a vida. Sofremos quando nossas necessidades não são supridas, ficamos carentes. Passamos fome, sede, sono, dor, desgosto, tristeza, etc. Por isso lutamos muito para que nossas necessidades sejam atendidas: choramos, pedimos, estudamos, trabalhamos, construímos relacionamentos, aderimos a uma religião, etc. E quando todo este esforço ainda nos deixa carentes, ficamos frustrados e até revoltados.

A Bíblia demonstra que necessidades não supridas são provações, que, dependendo de nossas reações, podem se tornar tentações. Veja o exemplo em Êxodo 17.1-7. O povo de Israel havia sido liberto do Egito pela ação poderosa e maravilhosa de Deus. Vários milagres haviam sido operados. Obras sobrenaturais de libertação foram testemunhas pelos israelitas. No deserto já havia provado da boa providência divina em alimento e água (15.22-27; 16). Deus os estava orientando com a nuvem e coluna de fogo. A única preocupação do povo era seguir, colher o maná, e esperar em Deus. E assim eles seguem.

Num dos lugares que acamparam por orientação divina (literalmente "boca do Senhor" indicando que seguiam a Palavra do Senhor Ex. 17.1), faltou água! Que coisa! Mesmo obedecendo rigorosamente às ordens de Deus ainda podemos passar necessidades? Quando obedeço a Deus não tenho garantias de que Ele suprirá na hora que preciso de todas as coisas? Nem sempre nossa obediência é garantia de que nossas necessidades serão supridas no tempo e da forma que esperamos. Água é uma necessidade do ser humano, mas Deus tem o direito de supri-la quando e como quiser.

Muitas vezes ansiamos e buscamos a direção de Deus porque não queremos sofrer, ou porque queremos ter nossas necessidades e/ou desejos satisfeitos. Não queremos que as coisas “dêem errado”, e com "dar errado" estamos nos referindo ao nosso desprazer e não à glória de Deus ou ausência de pecado. Dar errado para nós não significa santidade, mas desgosto, insatisfação com alguma situação que não foi suficiente para suprir nossos anseios.

Uma tendência natural quando nossas necessidades não são atendidas é derramar nossa raiva contra quem está nos ajudando. O povo reclama de Moisés. Manifesta sua raiva e ira contra seu líder, cobra dele a necessidade que tem. Isto foi injusto. Injusto porque Moisés estava sendo o instrumento usado por Deus para dar liberdade àquele povo, até então ele só havia agido para o bem deles. Injusto porque não estava no poder de Moisés providenciar água, ele estava seguindo as ordens de Deus. Injusto porque Moisés estava na mesma situação, com sede. Injusto porque Moisés não era culpado por aquela situação.

Somos assim também, quando nossas necessidades não são supridas, reclamamos, despejamos nossa frustração e ira contra as pessoas mais próximas, contra aquelas que mais nos ajudam, e que não tem culpa da situação. São filhos que reclamam dos pais, cônjuges uns dos outros, liderados dos seus líderes, membros do pastores, pastores das ovelhas, etc.

Nossa reclamação manifesta nossa desconfiança de Deus. Moisés diz que o povo está tentando Deus, isto é colocando Deus à prova. O povo está duvidando da presença de Deus entre eles. Para o povo a presença de Deus só era crida se suas necessidades imediatas estivessem sendo satisfeitas. A reação pecaminosa diante de necessidades não supridas é uma manifestação de nossa infidelidade contra Deus. Estamos duvidando de Deus, de sua capacidade e amor para cuidar de nós. Tendemos a acreditar que Deus só está conosco se tudo estiver bem. Comportam-nos como se Deus tivesse a obrigação de suprir nossas necessidades, para que assim possamos acreditar Nele.

Nossa murmuração também nos leva à ingratidão. Fazemos poucos das bênçãos recebidas, e duvidamos do plano de Deus. O povo de Israel, em sua reclamação a Moisés, questiona os propósitos de Deus em tirá-los do Egito. Duvida do amor de Deus, e credita maldade ao ato de Deus livrá-los da escravidão. Assim quando sentimos que nossas necessidades não são supridas desprezamos os dons de Deus, questionamos seus propósitos, e amor. É o cônjuge que reclama do dia que casou (sendo que havia pedido isto em oração), pais que reclamam de ter filhos (quando haviam clamado a Deus por filhos), e assim por diante.

A frustração pode tomar proporções irracionais e catastróficas. Ela se manifesta na murmuração, e esta contamina. Vai de um a outro, e o sentimento de ira vai crescendo, a ponto de Moisés confessar que falta pouco para que o apedrejem. Não sabemos como o apedrejamento de Moisés produziria água e assim resolveria a situação. Mas é isto que a raiva faz. Ele nos cega, e nos leva a tomar decisões irracionais.

Quando nossa frustração se manifesta em murmuração compartilhada com outros, o risco aumenta exponencialmente. Somos capazes de assassinar. É assim que muitas injustiças são cometidas. Um contamina o outro com sua insatisfação, e logo o pastor é colocado para fora da igreja, o pai ou mãe tornam-se vilões, o chefe passa a ser odiado e olhando com desconfiança. Como o pecado manifesta-se de forma coletiva, quase que ninguém se sente culpado com a injustiça cometida. Mas deve ser lembrado que o pecado coletivo nasceu de frustração e murmuração individual.

Tudo isto é resultado da falta de fé. Quando seguimos a orientação de Deus por confiar que Ele cuidará de nós da maneira Dele, considerando que Ele tem propósitos que vão além de nossa satisfação imediata, mesmo não tendo as necessidades supridas nós não iremos pecar. Necessidades não supridas é momento de provação, oportunidade para demonstrarmos nossa fé no Deus que cuida de Seu povo, e tem todas as coisas sob Seu controle. É oportunidade de esperarmos em Deus para que Ele manifeste Seu poder, e assim seja glorificado.

Mas fazemos das necessidades não supridas uma tentação, isto é uma oportunidade para pecar. As necessidades não supridas têm sido usadas como desculpas para o pecado. O homem que adulterou porque sua esposa não lhe satisfazia as necessidades sexuais, o menino que roubou porque estava com fome, a mulher que mentiu porque precisa do emprego para se sustentar, a criança que malcriadamente chora porque os pais não podem lhe dar o que quer, etc. Mas isto é pecado. É ouvir a voz do tentador, antes da voz do Supridor. É duvidar do amor de Deus. É provar a Deus.

Ali em Refidim não é registrado nenhum ato de adoração, apenas que o lugar ficou conhecido como o local onde o povo duvidou da presença de Deus. Quantas vezes nosso suprimento deixa mais marcas de dúvidas do que fé e gratidão?! A carência pode ser uma porta para uma oportunidade de Deus manifestar Seu Amor e poder, ou uma armadilha, que manifesta nossa descrença e egoísmo, e assim cairemos no pecado.

Que nossas necessidades não nos levem ao pecado, mas à confiança.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A ENGENHARIA DA ORAÇÃO


As referências de 2ª Samuel 15.31 e 17.1-14 exemplificam o método que Deus usa, na maioria das vezes, para responder às nossas orações. Por isso estou chamando este artigo de “engenharia da oração”, pois entre outras concepções, o termo engenharia refere-se ao “gerenciamento da inter-relação de vários elementos de um sistema, respeitada as características de cada um, visando converter recursos naturais em formas adequadas para atender às necessidades humanas.” Nestes textos notamos como Deus gerenciou vários elementos, respeitando as características de cada um, fazendo com que os recursos naturais de cada envolvido cooperasse para responder à oração de Davi, e realizar o Seu propósito.

Nestes textos Davi está enfrentando a maior crise do seu reino. As sementes desta aflição foram lançadas muitos anos antes, no adultério de Davi com Bate-Seba e conseqüente assassinato de Urias, marido dela (2 Sm 11). Com estes atos Davi perdeu a autoridade sobre seus filhos. E como Deus havia dito, a violência não se afastou de sua casa (2 Sm 12.10). Seu filho mais velho, Amnon, estuprou sua meia-irmã, Tamar. Davi não tomou nenhuma providência sobre isto. Então, Absalão, irmão de Tamar, vingou-se matando Amnon, e fugiu (2 Sm 13). Quando voltou, Davi demorou recebê-lo no palácio, também não o disciplinou para verificar se havia arrependimento. Absalão então plantou durante quatro anos uma insatisfação entre os súditos do reino contra seu pai (2ª Samuel 15.1-6), e no momento que achou adequado, iniciou uma revolta para tomar o trono (2ª Samuel 15.7-12).

O movimento cresce e se encorpa, e Davi foge de Jerusalém com seus soldados e assessores para poder salvar a vida (15.13-18). Quando se afasta da cidade em direção ao deserto, subindo o monte das Oliveiras, ele e seus acompanhantes choram. E como diz o ditado: desgraça pouca é bobagem, Davi ainda recebe o comunicado de que Aitofel, um dos mais respeitados conselheiros do reino (1 Cro 27.33), cujos conselhos eram tidos como praticamente infalíveis (2 Sm 16.23), havia se passado para o lado de Absalão. No meio de toda aquela tremenda dificuldade, Davi ora : Oh SENHOR, torna em insensatez o conselho que Aitofel fornecer.

Davi reconhece que o momento é de grande perigo, pois com os conselhos de Aitofel, Absalão tinha tudo para ser bem sucedido política e militarmente. Assim ele apela ao único poder capaz de intervir e desqualificar os conselhos de Aitofel.

Depois de orar, Davi encontra Husai, outro de seus conselheiros, que está pronto para acompanhá-lo. Davi o convence a voltar e dizer que está do lado de Absalão, para anular o conselho que Aitofel desse a Absalão. Husai aceita a idéia de ser um espião no meio do grupo de Absalão. Ele se apresenta e Absalão o aceita (2 Sm 16.15-19).Deus já estava respondendo a oração de Davi, usando meios aparentemente naturais: a percepção e idéias de Davi para sabotar os planos de Absalão, a disposição de Husai em cooperar, e a aceitação de Husai por Absalão.

Absalão recebe dois conselhos de Aitofel (2 Sm 16.20-23; 17.1-3), o primeiro ele de bom grado aceita e cumpre, já o segundo, apesar de reconhecer que o conselho era muito bom e a coisa certa a fazer, Absalão decide ouvir Husai. Novamente notamos Deus gerenciando a situação para cumprir seus propósitos, respondendo à oração de Davi.

As pessoas tinham tal respeito pelo conselho de Aitofel, que estes eram comparados à Palavra do próprio Deus. Mas, desta vez o conselho dele é recusado, e o de Husai é aceito (2 Sm 17.14). E aconteceu assim porque Deus havia ordenado que o conselho de Aitofel, que era o melhor, fosse frustrado. Deus usa a insensatez de Absalão e de seus anciãos para responder à oração de Davi. O conselho que Aitofel foi quebrado.

Deus estava dispondo os meios para responder à oração. Ele respondeu usando a inteligência e sagacidade de Davi, a disposição de Husai em cooperar; a crença de Absalão de Husai estava falando a verdade; a insensatez de Absalão e seus anciãos em recusar o conselho melhor, etc. Deus pode, e algumas vezes usa o sobrenatural, mas na maioria das vezes Ele responde às nossas orações nos levando a ver e usar os recursos que Ele dispõem diante de nós.

Nem sempre Deus responde de modo milagroso, podemos até dizer que, na maioria das vezes Deus não responde de modo aparentemente sobrenatural, mas isto não significa que Ele não esteja agindo. Quando oramos por emprego, devemos também distribuir currículos nas empresas, sair de casa e ir atrás de lugares de trabalho; quando oramos para passar em um concurso, devemos nos esforçar em estudar; quando oramos pela cura, devemos também consultar médicos, e tomar remédios; e assim por diante. Deus gerencia os meios para responder às nossas petições.

Feche os olhos para pedir, e depois os abra para ver os meios que Deus está usando para dar a resposta.