sexta-feira, 18 de maio de 2012
FELICIDADE É TER SIDO PERDOADO
quinta-feira, 23 de abril de 2009
VIDAS SEMELHANTES, DESTINOS DIFERENTES
Uma idéia muito comum é que o meio determina sua vida e o seu destino. Mas a Bíblia nos conta várias histórias mostrando que isto não é verdade. Uma delas ocorre no momento da crucificação de Cristo, e serviu de oportunidade para Jesus proferir sua segunda frase na cruz (Lucas 23.39-43). Este acontecimento nos mostra que vidas semelhantes podem ter destinos diferentes.
É a história de dois assaltantes. Dois homens que usavam de violência para se apropriar dos bens de outros (Mc 15.27,32; Mt 27.38,44). Por causa disso haviam sido condenados. Foram crucificados no mesmo dia que Jesus. Parte do sofrimento foi igual para os três: ser surrado pelo flagelo; carregar a trave da cruz até o lugar da execução; serem despidos: mãos e tornozelos pregados; corpo dependurado; esforço doloroso para respirar; dor de cabeça enorme; etc. Jesus ficou entre a dos dois assaltantes, cumprindo uma profecia (Is 53.12).
Mesmo compartilhando sofrimento semelhante ao de Jesus, eles zombavam de Jesus com insultos e blasfêmias (Mc 15.32; Mt 27.44), manifestando a rebeldia e perversidade dos seus corações. Um deles fez um clamor impossível de ser atendido: que Jesus salvasse a si mesmo e a eles também (Lc 23.39). Jesus só podia atender a um destes pedidos: ou Ele salvava a si mesmo, ou salvava os pecadores. E Sua escolha já fora feita: salvar os pecadores. Aqueles homens viam a cruz como sinal de fraqueza, e não de poder, de derrota e não de vitória, de fracasso e não de sucesso. Esta é a visão humana e mundana da cruz. Para eles Jesus ou era um mentiroso ou um iludido, pois proclamara ser o rei dos judeus, o Messias prometido, mas termina sua vida como um criminoso, condenado à morte, igual a eles.
Mas, uma mudança ocorre em um dos ladrões! Da blasfêmia ele passa à crença. Os atos e palavras de Jesus causam um impacto diferente em sua mente, não de descrença e zombaria, mas de arrependimento e fé. Ele sabia a razão pela qual Jesus estava sendo condenado: reivindicar ser o Messias, o Rei dos Judeus. Observara que, mesmo diante de tanto sofrimento e escárnio, Jesus reagia com amor. Ouvira a oração de Jesus: Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem (Lc 23.34). Notou que nesta oração Jesus chamou Deus de Pai. Isto quebrantou seu coração.
Seu arrependimento foi demonstrado numa mudança de atitude para com Jesus. Passa a desaprovar e a censurar os impropérios que o primeiro lançava sobre Jesus. Reconhece que é preciso temer a Deus. Ele pergunta: Será que mesmo diante da morte você não é capaz de temer a Deus? Isto demonstra que ele entendia que a ação de blasfemar contra Jesus era falta de temor a Deus. É uma percepção maior do que a dos religiosos, que viam Jesus como um impostor. O arrependimento envolve uma mudança da rebeldia para o temor que se curva e aceita a autoridade de Deus sobre nossas vidas. Do zombar para o respeito a Deus.
O arrependimento também incluiu um reconhecimento do pecado. Repreendendo o outro ele diz: Com certeza nós merecemos esta condenação. Estamos recebendo o que é justo, o que nossas obras de fato valem, o que é digno de nossos feitos. Este é o pagamento que merecemos por nossas vidas. Não há desculpas, nem acusações a outros. Ele não culpa a criação que seus pais lhe deram, a falta de oportunidades na vida, nem o fato do governo romano ser dominador e cruel, nem a influencia de amigos. Ele reconhece o seu pecado. Verdadeiro arrependimento é voltar-se para Deus, reconhecendo que tem pecado contra Deus. Que não merece nada Dele. Que a condenação eterna é o que merecemos. É confessar nossa condição pecaminosa diante de Sua santidade. Sem tentar esconder-se entre as árvores do jardim da vida, nem atrás de folhas de figueiras. É assumir que somos pecadores, e que isto não é culpa de ninguém, mas apenas nossa.
Além de arrependimento este homem demonstrou uma grande fé, aceitando como verdadeiras as palavras de Jesus. Jesus estava sendo condenado por ter reivindicado ser Deus, ser o Messias, ser o Rei prometido do reino de Deus. Ao dizer que Jesus não tinha feito nenhum mal, em nenhum lugar, e que Ele estava sendo condenado injustamente, o ladrão estava acreditando que todas estas reivindicações eram verdadeiras. Fé em Jesus é aceitar o que Ele disse sobre si mesmo: que é Deus, Salvador e Senhor.
Fé em Jesus é aceitar a cruz de Jesus como parte de Seu reinado messiânico. Ele acredita que Jesus é o Messias, que traria o reino de Deus. De uma maneira surpreendente, este homem demonstra uma fé maior do que a dos seguidores de Jesus. Estes haviam acreditado no Reino de Jesus até aquele momento, até a cruz, mas haviam perdido as esperanças, como demonstra a conversa dos dois discípulos no caminho de Emaús (Lc 24.21). Pense nisto: ele está ao lado de um homem que está sendo crucificado como um criminoso, mas acredita que este homem trará o reino de Deus. Fé que vê o invisível. Fé que vê além das aparências. Fé que é firme fundamento de sua esperança (Hb 11.1). Fé corajosa que vence toda oposição: contra a opinião da maioria, dos religiosos da época, e até de seu comparsa, ele crê que Jesus é o Rei. Fé que supera os obstáculos: as duas mãos pregadas na cruz não o impediram de agarrar a última e maior oportunidade de sua vida.
Fé em Jesus é clamar pelo reino, por salvação. Lembra de mim, Jesus quando vieres no teu reino. Uma oração simples, nenhuma palavra difícil. Um pedido que reconhecia que sua maior necessidade não era descer daquela cruz, não era ser livre do sofrimento daquele momento. Uma petição que confessa que sua maior necessidade ia além das coisas deste mundo, por mais urgentes que fossem. Uma oração que busca o Reino de Deus em primeiro lugar. Fé que confia na graça. Não havia nada que ele pudesse fazer para compensar seus erros e pecados. Não tinha como corrigir sua vida. Não tinha como realizar nenhum rito religioso. Apenas a fé em Jesus foi o instrumento visível da graça que veio sobre ele.
Esta fé recebe uma promessa certa, garantida, maravilhosa. Jesus diz ao ladrão: O que eu vou dizer é firme e de confiança, é garantido. Você pode crer, pode confiar. Pode ter certeza que neste mesmo dia você estará comigo no Paraíso. Estar com Jesus já seria maravilhoso, quanto mais no Paraíso. Sua salvação foi por pura graça. Não houve censura por só clamar na última hora. Não houve recriminação. O arrependimento e a fé foram aceitos. De graça tudo foi perdoado!
Algumas pessoas não mudam seu comportamento, independente da situação em que estejam. A mesma situação pode levar a diferentes atitudes. Um blasfema, outro se arrepende. Ambos tiveram oportunidade, mas só um fez bom proveito. Um começou blasfemando, mas foi capaz de analisar as circunstâncias, ver além das aparências. Interpretar a situação como sendo sua última chance. O outro fez pouco caso. Um foi da cruz ao paraíso; já o outro...
No céu, poder-se-á perguntar ao ladrão salvo: qual o dia mais feliz da sua vida? Com certeza ele dirá: o dia que eu fui crucificado. E se no inferno perguntarem ao ladrão não arrependido qual o pior dia da sua vida, ele poderá dizer: o dia no qual deixei escapar minha última chance. Qual das duas respostas você poderá ouvir?
domingo, 5 de abril de 2009
PAI, PERDOA-LHES.
Há vários setes na Bíblia: setes dias da semana, sete lâmpadas no candelabro, sete cartas às Igrejas da Ásia, setes selos do Apocalipse, etc. Há um grupo de sete frases, não tão famoso, mas muito importante, que aparece nos evangelhos. São frases curtas, ditas por Jesus na cruz, normalmente denominadas as sete palavras da cruz. Elas são interessantes por nos revelar as preocupações de Jesus naquele momento tão sofrido e decisivo.
Jesus havia estado sob intenso estresse. Pois há algum tempo a sombra da cruz o angustiava (João 12.27). A expectativa do cálice da ira de Deus caindo sobre Ele, fazia com que sua alma fosse sacudida por uma profunda comoção interna. Esta perturbação aumentou na reunião da quinta-feira com os discípulos (Jo 13.21), e atingiu proporções de uma enorme luta na agonia do Getsêmani, a ponto de Seu suor tornar-se como gotas de sangue (Lc 22.44). Ele também havia passado por humilhações terríveis: preso como se fosse um bandido, à noite e em segredo, por um grupo armado; traído, negado e abandonado por seus seguidores; passara a noite em claro apanhando e sendo zombado pelos que o haviam prendido; depois sofreu um interrogatório injusto e difamador, sendo cuspido e esbofeteado; acusado falsamente diante de Pilatos, o governador. Este o enviou para o rei Herodes que desprezou e ironizou. Novamente voltou para Pilatos, que O reconheceu como inocente e por três vezes tentou libertá-lo. Mas a inveja e o ódio das autoridades judaicas eram grandes, por isso insuflaram a multidão para pedir que Jesus fosse crucificado e Barrabás solto. Jesus foi trocado por um rebelde e assassino, por aqueles que ele viera salvar!
O sofrimento físico de Jesus também foi intenso. Depois de preso foi esbofeteado, com os olhos vedados, para que pudesse profetizar quem o havia agredido. Sofreu o flagelo, que era ser amarrado de costas e apanhar com um chicote de couro, que trazia nas pontas pequenos pedaços de metal ou osso, e que tirava pedaços da pele. Alguns estudiosos afirmam que este castigo era tão cruel, que algumas pessoas morriam quando flageladas. Nas mãos dos soldados Ele voltou a ser escarnecido. Todo o destacamento foi chamado para zombar dele, dando-lhe um manto de púrpura, colocando-lhe uma coroa de espinhos sobre a cabeça, ajoelhando-se diante Dele com ironias, e lhe batendo-lhe na cabeça (Mc 15.16-20).
Normalmente o condenado carregava apenas a parte horizontal da cruz, com a sentença escrita, ou um arauto ia à frente proclamando a acusação. Jesus estava tão exausto que desfaleceu no caminho. Quando chegou ao Monte chamado Caveira, Ele foi despido, deitado sobre a parte horizontal, os braços amarrados e os pulsos pregados pelos soldados. Com cordas, esta parte da cruz era levantada e fixada na parte vertical, que já estava posicionada. Havia um apoio para que o crucificado ficasse quase sentado e não tivesse seus pulsos rasgados pelos pregos. Seus tornozelos também eram atravessados com cravos.
A posição era extremamente dolorosa. Há trinta centímetros do solo, cada esforço para respirar provocava grandes dores; a perda de sangue não era grande, pois os pregos estavam em locais de músculos, nervos e tendões, isto aumentava a dor e fazia com que o sangue regurgitasse para cabeça e estômago, provocando uma dor de cabeça lancinante.
Qual a primeira frase dita por Jesus neste momento de extremo sofrimento? Ao lado de dois criminosos e olhando para a multidão em volta, ele disse: Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem (Lucas 23.34). A primeira preocupação de Jesus foi com o futuro eterno daqueles causavam seu enorme sofrimento! Ele clama que Deus lhes conceda mais uma oportunidade para arrependerem-se. As respostas daquela oração vieram tanto naquele momento, quando o ladrão e o centurião se arrependeram, como mais tarde, quando outros também aceitaram o perdão oferecido (Atos 2.37,38).
Com isto Jesus nos ensina que dispensar perdão não depende de como nós nos sentimos. As sensações de Jesus naquele momento não eram agradáveis, de fato sua situação era muito desconfortável. Algumas vezes queremos perdoar, apenas, se nos sentirmos bem na situação, se nossas sensações nos guiarem ao perdão. Mas não é assim. Não importa o que estamos sentindo. Devemos dispensar perdão aos nossos ofensores, mesmo quando nosso sofrimento é grande.
Dispensar perdão também não depende de como os ofensores estão nos tratando. Enquanto Jesus estava na cruz, os soldados sorteavam suas roupas diante de seus olhos, desafiavam-no gracejando; as autoridades o ridicularizavam e blasfemavam, e a multidão olhava. Aparentemente ninguém manifestava arrependimento, tristeza, ou uma disposição para mudança. Mesmo assim Jesus pede que Deus não os condene, mas que mantenha Sua misericórdia, oferecendo mais uma chance de perdão.
É comum guardarmos mágoas e ressentimentos em nossos corações. E só queremos perdoar quando notamos que as pessoas estão mudando de atitude em relação a nós. Mas não deve ser assim. A disposição para o perdão, a dispensa da mágoa, o cancelamento do ressentimento, a soltura do desejo de vingança deve estar em nosso coração, mesmo que as pessoas não se arrependam. A reconciliação, a restauração às posições anteriores, e o desfrutar do perdão, dependem do arrependimento destas pessoas, mas o perdão em nosso coração não. Eles ainda podem continuar nos maltratando, mas nossa atitude deve ser de orar para que Deus lhes perdoe.
Esta disposição depende de nos relacionarmos com Deus como nosso Pai. Jesus sabia que seu valor não dependia de como a multidão lhe tratava, nem do desprezo das autoridades. Mas do fato de ser Filho de Deus, de estar submisso à vontade soberana do Pai. Ter Deus como Pai é o relacionamento que nos concede valor e estima. Temos certeza de Seu amor, Sua sabedoria, e Sua Soberania. Aceitamos que o sofrimento causado por outros é permissão Dele para nosso aperfeiçoamento ou concretização de Sua obra. Assim, não haverá espaço para as mágoas, e sim força para o perdão.
Tiraram tudo de Jesus, até a roupa, mas não tiraram sua confiança e comunhão com o Pai e seu amor pelos homens. Jesus nos mostra que podem tirar tudo de nós: dignidade, respeito, conforto, fama, posses, roupas, e até a vida, mas ainda restará em nós algo para dar aos que nos roubam: o amor. Podemos amar mesmo quando estivermos despidos de tudo.
Em seu amor Ele sabe que aqueles que o crucificavam não tinham noção do tamanho do pecado que estavam cometendo (Atos 3.17). Nenhum de nós tem consciência de quão grandes são nossos pecados. Da gravidade de qualquer um deles. São tão pesados que causaram a morte de Cristo. As pessoas que nos ofendem também não têm noção da seriedade do que estão fazendo. Devemos clamar que Deus lhes perdoe.
Diante do exemplo de Jesus reconheçamos que nada deve nos impedir de perdoar os que nos causam sofrimentos. Por mais dolorosos que sejam estes sofrimentos. Você tem retido o perdão? Imite a Jesus, perdoe.
domingo, 1 de junho de 2008
A MAIOR NECESSIDADE
Com certeza iríamos pedir aquilo que julgássemos ser nossa maior necessidade. Isto mostraria nossa escala de valores, o que nós mais valorizamos, o que nós colocamos no topo da lista de nossos desejos e carências. Nosso pedido trataria de algo para nossa vida nesta terra: posse de algum bem, cura de alguma doença, solução de algum conflito relacional, alcançar algum estado ou posição na vida, etc. Em resumo: alívio de algum sofrimento ou realização de um sonho.
Mas nossa maior necessidade não é alívio de nenhum sofrimento que passamos nesta vida, nem a realização de algum sonho enquanto vivemos neste mundo. Nossa maior necessidade está relacionada com a eternidade. O que mais precisamos é o perdão dos nossos pecados para que assim possamos ter a salvação eterna com Deus.
Isto foi demonstrado num episódio contado nos evangelhos (Mt 9.1-8; Mc 2.1-12; Lc 5.17-26). Havia em Cafarnaum um paralítico, incapacitado de qualquer movimento. Qualquer pessoa que olhasse para aquele homem julgaria que sua maior necessidade seria a de andar, movimentar-se, ter o controle de seus músculos. Acredito que tanto ele como seus amigos pensavam assim, e por isso o conduziram até Jesus, para que fosse curado.
Quando Jesus olha para aqueles homens logo vê que eles têm fé. E diz para o paralítico: Tem bom ânimo filho, os teus pecados têm sido perdoados (Mt 9.2). Para quem está deitado em uma maca sem poder mover-se, ouvir esta frase parece até irônico. Jesus diz para ele ter coragem, ficar animado, deixar o medo de lado, pois os seus pecados estão perdoados. “Como ter bom ânimo se ainda estou paralítico?” Pode ter pensado aquele homem. Como aquele homem poderia ter coragem para enfrentar a vida se continuava paralítico?
É lógico que Jesus percebeu que aquele homem era paralítico, que tinha uma necessidade bem aparente: a de ser curado. Mas Jesus percebeu também a maior necessidade daquele homem, e esta não estava tão aparente aos olhos humanos. A necessidade do perdão dos pecados.
A maior causa de nossos medos e desânimos não é nossas necessidades físicas, nem nosso sofrimento causado por doenças, perseguição, falta de recursos, etc. A maior causa para nossa falta de coragem em enfrentar a vida é o nosso pecado. O pecado nos paralisa e consome nosso ânimo (Sl 32.3,4). Ele impede nossa plena realização na vida. Para ter ânimo e coragem para enfrentar a vida precisamos do perdão de Deus para nossos pecados.
Todos nós temos pecados (Rm 3.10-12,23). Aquele homem, que era um paralítico, completamente incapacitado de mover seus músculos, tinha pecados. É provável que nunca tenha matado ou roubado alguém, que não tenha cometido algum adultério, etc. Afinal nem podia se mover por si mesmo. Talvez ele fosse visto por alguns como um pobre coitado, inocente, já que sofria tanto com aquela situação. Mas ele tinha pecados, e o perdão de Deus era sua maior necessidade. Todos nós também somos pecadores, não importando a nossa situação, e nossa maior necessidade é o perdão de Deus.
Podemos ter o perdão de todos os nossos pecados quando nós aproximamos com fé do Senhor Jesus Cristo. Aquele homem buscou Jesus com fé, e recebeu o perdão dos pecados. Deve ter ficado surpreso com as palavras que Jesus lhe dirigiu, mas deve também ter se sentido aliviado de um grande fardo. A paz inundou a sua alma, todo o medo de Deus se foi, sabia que nenhuma condenação pesava sobre ele. Nós também podemos experimentar este mesmo perdão (1 Jo 1.9).
Deus pode usar nossos problemas e sofrimentos, para nos conduzir a Jesus, e assim termos perdão de pecados. A paralisia foi uma grande bênção para aquele homem. Pois se ele não fosse paralítico é provável que nunca teria buscado Jesus. Estaria levando sua vida como todos os outros homens, mas aquele sofrimento o levou até Jesus, e assim ele ganhou a salvação. As dificuldades em nossa vida têm como propósito nos levar a Jesus, e obter sua graça para desfrutarmos a eternidade com Ele.
As pessoas duvidam que Jesus possa perdoar pecados. Naquela casa muitos religiosos duvidaram do poder de Jesus em perdoar pecados. Ainda hoje, muitas pessoas também duvidam que possam ter seus pecados perdoados. Levadas por conceitos religiosos errados elas não podem crer que Jesus possa perdoas todos os seus pecados. E assim não desfrutam deste grande alívio na vida.
As curas e milagres realizados por Jesus teve como maior finalidade, não o bem estar ou alívio do receptor, mas a demonstração de Sua autoridade e missão neste mundo. Jesus curou e realizou milagres para demonstrar que Ele era o enviado autorizado por Deus para tratar com o problema do pecado do homem. Ele era o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29). Hoje Ele ministra o mesmo perdão através da pregação de Sua Palavra. Ele ordenou que seus seguidores pregassem este perdão em todo o mundo (Lc 24.47). A através Dele, qualquer pessoa que com arrependimento crê nesta mensagem tem o perdão dos pecados (Ef 1.7).
Este é nossa maior necessidade: o perdão dos nossos pecados.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
BUSCANDO SINAIS DE ARREPENDIMENTO
O arrependimento é sinalizado com a confissão, reconhecimento de que não são inocentes (Gen. 44.16), e disposição para pagar o preço de não causar mais sofrimento ao pai (Gen.44.30-34).terça-feira, 18 de setembro de 2007
JOSÉ, UM PRESO LIVRE
José, filho de Jacó, teve muitos motivos para ser uma pessoa amargurada e desconfiada. Quando ainda morava na casa de seu pai, ele foi odiado por seus irmãos, que não conseguiam falar-lhe de modo pacífico (Gen 37.4). A razão era o fato de Jacó amar mais a José do que os outros filhos. Isso não era culpa de José, portanto o ódio e a implicância de seus irmãos era sem sentido. E havia algo pior do que a ira, a inveja deles (Gen 37.11; Pv 27.4). Mas José agia com coração puro para eles, era transparente em contar os sonhos que Deus lhe dera, e foi sozinho ao encontro deles em um lugar distante (Gen 37.12-25). O VALOR DE LER LIVROS
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