domingo, 18 de agosto de 2019
A PERGUNTA NECESSÁRIA
terça-feira, 15 de março de 2016
SOBREVIVENDO COM LOBOS
sexta-feira, 10 de maio de 2013
UMA CARTA PARA QUEM ESTÁ SOFRENDO
quarta-feira, 7 de março de 2012
OLHO PIDÃO
A expressão
“olho pidão” indica alguém que pede com os olhos. Pode ser o olhar suplicante
do mendigo, ou o olhar guloso da criança diante do balcão de doces. Ambos
comunicam seus desejos pelos olhos. É o
olhar do personagem Chaves, do seriado do mesmo nome, que mesmo balançando a
cabeça indicando que não quer o sanduiche de presunto, os olhos dizem o
contrário.segunda-feira, 13 de junho de 2011
Por que Deus deixa que seja destruído o que nos é valioso?

Um dos textos da nossa campanha de oração foi o salmo 74. Este salmo é uma oração em forma de poesia. Nela o autor implora o socorro de Deus porque o templo tinha sido destruído pelos inimigos e estava em ruínas.
O templo, ou santuário, era algo de muito valor para o israelita. Começara como um tabernáculo, uma tenda no deserto. O próprio Deus ordenara sua construção, Êxodo 25.8. Ali ele é chamado de santuário, isto é lugar determinado para ser sagrado, separado, consagrado para Deus. Deus diz que por este santuário habitaria no meio do povo. Treze capítulos do livro de Êxodo são destinados para falar das instruções e construção do mesmo. Deus determinou tanto o material que seria usado, como cada detalhe da construção. O próprio Deus mostrara o modelo a Moisés, Ex. 25.9. Deus também escolheu e habilitou os artistas que fariam esta construção, Ex. 35.30-35. Por causa de tudo isto, este tabernáculo era belo.
Mas, seu maior valor não vinha do fato de ser rico e belo, e sim porque era a habitação de Deus. O próprio Deus deixa isto claro em sua inauguração, quando Sua glória enche aquela tenda, Ex. 40,34s. Dali Deus passou a orientar Seu povo na caminhada no deserto. Sempre que o povo acampava o tabernáculo ficava no meio do acampamento, e as tribos de Israel em volta. Deus era o Rei de Israel, e o tabernáculo era Seu palácio, era também chamado de tenda da congregação, porque nele Deus se encontrava com Seu povo. A arca, que era símbolo do trono de Deus estava nele.
Nele o povo fazia suas orações, como Ana quando pediu um filho, sacrificava suas ofertas de arrependimento pelos pecados e gratidão pelas bênçãos recebidas. Nele eram realizadas as comemorações anuais, quando o povo deixava seus afazeres e se dirigia para festejar relembrando as bênçãos de Deus. Era o centro de Israel.
O rei Davi planejou construir um prédio, no lugar da tenda, para ser o templo de Deus. Deus aprovou sua idéia, mas disse que o filho de Davi, Salomão, construiria. Davi preocupou-se em deixar todo o material e as recomendações necessárias para esta construção, 1 Crônicas, 29. Ele mesmo menciona que a obra era grande porque não seria um palácio para homens, mas para Deus, 1 Cr 29. 2. Cinco capítulos de 2 Crônicas e 3 de 1 Reis são para descrever esta construção. E na inauguração deste templo a glória de Deus também o enche. Salomão faz uma oração de dedicação, e nesta oração ele diz que aquela seria uma casa de oração para todos os povos. Simbolicamente seria o lugar onde Deus atenderia tanto o povo de Israel como os outros povos em audiência.
Os israelitas devotos tinham esta casa na mais alta estima. Os salmos 84, 122, manifestam o amor que os salmistas tinham por este lugar. O salmo 42 conta-nos da saudade que um exilado tinha daquele lugar. Os israelitas idólatras passaram a ver o templo como algo mágico, no tempo do profeta Jeremias, eles acreditavam que Deus nunca castigaria a cidade, já que o templo estava ali.
Mas Deus permitiu a destruição do templo. Ele ficou em ruínas. Por que Deus permitiu que algo tão valioso fosse destruído pelos inimigos do Seu povo?
Hoje nós também temos muitas coisas de valor, coisas boas, criadas por Deus, dadas por Ele, que funcionam como sinais de sua presença e bênção sobre nós. Saúde, família (cônjuges e filhos), amigos, uma igreja onde podemos servi-lo, um emprego, missionário e pastores atuantes, etc. E algumas vezes Ele também permite que estes “santuários” seja destruídos, arruinados. Por quê?
Refletindo sobre isto cheguei a algumas conclusões que quero compartilhar: 1) Deus quer nos mostrar que pode atuar sem seus símbolos, mesmo sem o templo Ele continuou atuando na história de Israel. 2) Deus quer nos ensinar a não idolatrar nenhuma de suas bênçãos. Ele quer que nós o adoremos, e não adoremos seus dons. Os dons são instrumentos para nos aproximarmos Dele, e não para nos desviar Dele. Muitas vezes nos concentramos tanto nas bênçãos que esquecemos do Deus que nos dá a bênção. Devemos lembrar que o maior valor é Ele. 3) Deus quer testar nossa fé. Quer que verifiquemos se ela está fundada Nele, ou em coisas visíveis. Ele quer que conheçamos se nós vamos continuar fiéis a Ele mesmo quando o que Ele nos der for retirado. 4) Deus quer nos laçar em Seu colo. É nas horas de aflições, de perdas de algo valioso, que os fiéis se voltam para Deus de modo mais intenso em oração. 5) Deus quer nos fazer refletir sobre o que tem valor de fato em nossa vida. 6) Deus usa nossas perdas para edificar outros, se não fosse a destruição do templo não estaríamos aprendendo com o salmo 74 hoje.
Vamos ser gratos pelas coisas valiosas que Deus nos deu. E continuar confiando Nele quando permitir que estas nos sejam tiradas.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
ESTÁ COM PROBLEMAS? ORE. A oração é a solução (3ª parte)
“Tens problemas? Podes orar!
Deus já sabe e quer ajudar.
Não sejas duvidoso, pois Deus é poderoso.
Por que se preocupa tanto? Podes orar!
Este cântico foi aprendido nos meus tempos de criança na Escola Bíblica Dominical. Ele comunica uma poderosa verdade, que eu mais cantei do que pratiquei, infelizmente!
A mesma verdade é expressa por Tiago de modo ainda mais direto e simples: Alguém está sofrendo no meio de vocês? Façam oração... (Tg 5.13a). Numa simples frase nos é dado um poderoso e eficaz conselho. Está passando por algum problema? Sentindo alguma aflição? Experimentando sofrimento? Pois ore. É assim tão simples! Tão fácil! Tão a nossa mão! Mas, incrivelmente, não praticamos, não acreditamos que possa funcionar.
A oração é a solução para nossos sofrimentos.
A palavra que Tiago usa para “sofrimento” era um termo geral que falava sobre a experiência de todo tipo de aflição e provação. Ela e suas variações foram usadas outras cinco vezes no NT, em todas se reportando ao sofrimento por causa do evangelho (2 Tm 1.8; 2,3,9; 4,5; Tg 5.10). . Em 2 Timóteo Paulo menciona que sofre pelo evangelho, como se fosse um malfeitor, chegando até a ser preso. Quando Paulo escreveu esta carta ele estava preso em Roma, numa prisão difícil de ser encontrada (1.16,17) e aguardando a execução (4.6). Achava-se solitário (2 Tm 4.10,11), prejudicado por alguns (4.12), abandonado pelos amigos (1.15); em sua primeira defesa, ninguém o havia ajudado, ele havia sido deixado em grande dificuldade (4.16). Mesmo assim afirma que não se envergonha deste sofrimento, e desafia Timóteo a sofrer junto com ele (1.8; 2.3,9). Era o sofrimento por perseguição, prisão, etc. Tal qual o sofrimento de um soldado que está em guerra.
Os leitores de Tiago também passavam por muitos problemas que provavam sua fé (1.3); alguns eram oprimidos e desonrados pelos ricos (2.6,7; 5.1-6). Tiago lhes afirma que “A oração é grande fonte de forças para a aflição que estão experimentando”
Diante do sofrimento não precisamos ficar resmungando da vida, murmurando contra outros, atormentando-se, nem se preocupando. Tiago diz que diante dos problemas da vida, a reação do cristão deve ser a oração. Foi a reação de Jesus, Lucas 22.44 nos informa que Ele, estando em agonia, orava ainda mais intensamente, isto é, quanto maior a luta de Jesus, mais Ele se agarrava à oração.
O sofrimento pode inclusive ter este propósito, levar-nos a buscar a Deus. O versículo de Tiago 4.13 nos ensina que podemos adorar tanto tristes quanto alegres. Pela oração e pelo cântico. Para alguns a tristeza é um motivo para não adorar, para não buscar a Deus. É possível que eles raciocinem assim: Por que orar se posso me preocupar, reclamar e me lamentar?
A oração é a solução para os nossos problemas, mas... é preciso orar com paciência (Tg 5.10, outro lugar onde a mesma palavra “sofrimento” aparece), isto é com um ânimo longo, sem desanimar diante dos problemas. Paciência expressa a idéia de não entregar os pontos, mesmo estando sob intensa pressão, é permanecer firme no lugar mesmo quando tudo nos incentiva a correr. Jesus já havia ensinado a orar sem desanimar, sem entregar os pontos, mesmo que Deus pareça demorado em fazer justiça (Lucas 18.1,7).
Tiago nos dá exemplos de paciência (5.7-11). Da mesma forma como o agricultor aguarda pacientemente os frutos, o cristão deve esperar a vinda do Senhor para poder colher os frutos plantados pelo sofrimento experimentado hoje. Semelhante aos profetas, que sofreram em nome do Senhor, o cristão deve suportar o sofrimento sem desanimar em sua fé. Também Jó que sofreu muito, mas não abandonou a fé, clamou e esperou com paciência a resposta de Deus, serve de modelo para nós agüentarmos o sofrimento com oração.
Esta paciência se demonstra em deixar o coração firme, estável, sem vacilar. E também sem se queixar contra os irmãos por causa das dificuldades. Alguém que se lamenta e se queixa está demonstrando falta de paciência. Alguém que o ânimo ora se inclina para um lado ora para o outro, também indica que não está aguardando com confiança em Deus.
Está sofrendo? Está enfrentando problemas com a família, nos negócios, em sua vida espiritual, na igreja, etc.? Faça oração. Siga o simples conselho de Tiago, e experimente o grande poder que ele tem. Pois a oração é a solução para os nossos problemas, mas deve ser misturada com paciência, pois o desânimo mata a eficácia da oração.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
OS CISNES CANTAM MAIS DOCEMENTE QUANDO SOFREM
Quando sinto-me cercado, e a força chega ao fim
Quando a vida destrói sonhos, e os vales são reais
Deus me dá quando a Ele clamo, asas espirituais.
O VALOR DE LER LIVROS
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