segunda-feira, 22 de junho de 2009

A ORAÇÃO É A SOLUÇÃO, MAS ...(2ª Parte)


A oração é a solução para os conflitos nos relacionamentos (Tg 4.1-3).
Conflitos inter-pessoais, quem nunca os enfrentou?! Acredito que nos deparamos com eles em todos os nossos relacionamentos. Contendemos com cônjuge, pais, irmãos, colegas, etc. Desde pequenos disputamos. Nossos desentendimentos são pelos mais variados motivos: brinquedos, comida, espaço, amigos, nome, e outros mais. Por que que brigamos tanto? O que fazer para cessar os conflitos?
Tiago nos dá respostas a estas perguntas. Primeiro ele nos diz por que brigamos. Toda disputa, conflito e contenda, que há entre as pessoas, surge de outra guerra que há dentro de cada pessoa. As tensões entre nós são geradas pelas tensões dentro de nós. Temos que admitir que as razões pelas brigas nos relacionamentos estão em nós, e não nos outros. Guerreamos por que há uma guerra dentro de nossos corações.
Esta guerra interior se dá por causa de nossos desejos de desfrutar os prazeres. Estes, como uma tropa militar numa batalha, disputam espaço nos nossos membros, lutando contra nossa alma (2 Pd 2.11). Sempre que estes desejos vencem, nós perdemos, pois o ceder aos desejos insaciáveis do mundo gera descontentamento. A pessoa sempre está a desejar mais, e nunca se dá por satisfeita. O prazer mundano gera frustração, e para nos livrarmos dela ansiamos por mais prazer, e mais frustração é produzida. Os prazeres mundanos nos iludem. Prometem algo que não podem cumprir. São como algodão doce colorido, tão pomposo e bonito, faz a boca se encher de água ao contemplá-lo. Mas na primeira bocada, só vazio! Comemos tudo, mas a sensação de que algo ficou faltando continua.
E quando não conseguimos realizar nossos desejos? Aí nos brigamos. Quando a satisfação do desejo é ameaçada nós disputamos. O medo de perder aquele prazer nos leva a contender. Assim ficamos possuídos por uma raiva assassino e uma inveja constante. Por isso odiamos, ofendemos e magoamos. Assassinamos as pessoas com palavras agressivas, gestos frios, atitude de indiferença. Manifestamos nossa inveja falando mal, difamando, desdenhando com palavras e gestos, zombando, rebaixando, etc.
A Bíblia nos diz que a oração é a solução para isto. A falta de oração produz uma vida de cobiças, invejas, e carências, que nos levam a guerrear uns com os outros. Estas disputas deixam evidentes tanto nossa falta de dependência de Deus, como nossa crença no poder de nossa capacidade. Ao invés de orar, disputamos com outros. Ao invés de depender de Deus, confiamos em nossos recursos e estratégias de manipulação. Por isso disputamos. Se ao invés de disputar nós pedíssemos a Deus, os conflitos cessariam, porque nossas tensões interiores se acalmariam numa sossegada confiança na sabedoria e poder de Deus.
Mas, há uma condição para que nossa oração seja atendida. É preciso saber pedir corretamente. Porque pedimos e não recebemos? Por que pedimos mal. Pedimos pensando nos nossos prazeres, e não em cultivar a glória de Deus. Pedimos para dissipar nos prazeres. Pedimos pensando na nossa gratificação e egoísta e cobiçosa. Pedimos por amor ao mundo e não por amor a Deus. Somos como mulheres que pedem dinheiro ao marido pensando em gastar no motel com o amante (Tg 4.4). É preciso abandonar o mundanismo, deixarmos de ser adúlteros em nossos desejos. Devotar nosso amor apenas a Deus, e não dividi-lo com o mundo (Tg 4.8).Assim teremos um coração satisfeito (Sl 37.4).
Tem enfrentado conflitos em seus relacionamentos? Quer acabar com eles? Ore para que Deus elimine a sua gana por desejos mundanos, acabe com sua ilusão de que o algodão doce do mundo pode matar sua fome, convença você de que as cisternas rotas do mundo não produzem água que sacia sua sede. Sonde seu coração quanto ao que você pede a Deus. Você pede para satisfazer seus prazeres, ou para servir a Deus? E aquilo que for para glorificar a Deus e ajudar você a cumprir a missão que Ele tem para você neste mundo, pode ter certeza que Ele lhe dará.
A oração é a solução para os conflitos, mas deve ser feita sem amor ao mundo, pois o mundanismo mata a eficácia da oração.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A ORAÇÃO É A SOLUÇÃO, MAS ... (1ª parte)




“Solução”, palavra quase mágica. Ouvir a frase “Eu achei a solução”, é sentir o alívio de um problema que nos atormenta, é ver a saída para a dificuldade. É começar um sorriso que afugenta a tristeza. Queremos soluções. E se houver uma única solução para todos os problemas, aí é que é bom! Seria como um só remédio para várias doenças. Como alguém que tem diabetes, pressão alta, e enxaqueca, e precisar tomar apenas um comprimido para ficar curado de tudo.

Em certo sentido, passamos a vida a correr atrás de soluções, pois são muitos os problemas que enfrentamos. Carecemos de solução para nossa falta de sabedoria em lidar com as situações difíceis da vida; precisamos de soluções para os conflitos que enfrentamos em nossos relacionamentos; queremos soluções para nossas tristezas; quando doentes almejamos soluções que nos curem.

Há um livro na Bíblia que nos apresenta uma só solução para nossa falta de sabedoria, nossos conflitos, nossas tristezas e doenças. Um só remédio para todos estes males. É o livro de Tiago. Ele foi escrito para os cristãos judeus primitivos, que após o martírio de Estevão foram dispersos e enfrentaram muitos problemas, e precisavam de soluções. Este livro nos apresenta a oração como solução. Mas, da mesma forma que um remédio deve ser tomado obedecendo a certas prescrições para poder produzir os efeitos desejados, Tiago também nos diz que a oração é a solução se realizada sob certas condições. Portanto, a oração é a solução, mas...

A oração é a solução para a falta de sabedoria (Tg 1.5-8). No contexto desta passagem somos informados que as provações são oportunidade para o crescimento, e por isso devemos nos alegrar com elas. Tiago está refletindo o ensino de Jesus no Sermão do Monte (Mt 5.10-12). Mas, para que isto ocorra é preciso sabedoria. Sem sabedoria as provações tornam-se motivos de frustrações, tristezas, desentendimentos, desânimos e fracassos. O amadurecimento só ocorre quando as dificuldades da vida são enfrentadas com sabedoria. De fato, o maior problema, não é a adversidade, mas a maneira como lidamos com ela. Por isso precisamos de sabedoria. Como consegui-la?

Tiago nos diz que, já que carecemos de sabedoria para enfrentar estes testes, devemos pedir a Deus. Ele, com coração bondoso, gentil e sincero, dará a sabedoria que precisamos de forma generosa, sem nos censurar ou repreender. Deus vai agir como um professor que tem a maior boa vontade em ensinar o aluno que quer aprender, por isso ensina o aluno com um sorriso no rosto. Foi assim com Salomão, foi lhe dada a chance de pedir qualquer coisa, ele pediu sabedoria, recebeu-a com fartura, e ainda teve o elogio divino (1 Rs 3.9-12). O mesmo pode acontecer conosco. Podemos pedir sabedoria, e Deus promete no-la dar.

Mas, há uma condição para se receber esta sabedoria: fé. A falta de fé significa dúvida que leva a pessoa a ter uma mente dividida. É a pessoa que fica temerosa, hesitante, oscilante, vacilando em agir confiando no que Deus disse. Tal como as ondas do mar, ela é levada pelos altos e baixos de seus sentimentos e opiniões dos outros. Sem firmeza, sinceridade e entusiasmo para com as promessas de Deus, seu coração fica dividido, e ela não deve esperar que receberá alguma coisa de Deus. Ela estará sempre desassossegada com os problemas que a vida lhe apresenta. Foi isto que aconteceu com os discípulos, que por falta de fé não souberam enfrentar uma situação de necessidade (Mt 17.20). Já Abraão, que teve sua fé provada quanto a promessa de um filho, não duvidou (Rm 4.20s), por isso foi atendido.

A oração é a solução para a falta de sabedoria, mas ela deve ser feita com fé, pois a incredulidade mata a eficácia da oração.


quarta-feira, 17 de junho de 2009

As lembranças podem reacender o amor


Quando o amor esfria, lembranças podem aquecê-lo novamente. Esta tem sido a experiênica de casais que, em momentos de esfriamento do amor, conversam sobre os bons momentos passados juntos, rememoram os compromissos assumidos, lembram os motivos que tiveram para se apaixonar, e assim por diante.
A mesma experiência podemos ter no nosso relacionamento com Deus. Ao lembrar as razões que temos para amá-Lo, podemos reavivar nosso amor por Ele.
Clique no link abaixo e ouça a mensagem "Lembrando as razões para amar a Deus".
http://www.4shared.com/dir/16177118/dda5c17d/sharing.html


terça-feira, 9 de junho de 2009

JESUS E A ORAÇÃO


Quem lê os evangelhos irá notar que Jesus era uma pessoa de oração. Podemos ver que ele orou em vários momentos, e de várias formas. Orou em público e em particular; orou em pé e de joelhos; orou em lugares desertos nos arredores de cidades e nos montes; depois de milagres portentosos e antes de grandes decisões; orou antes de iniciar uma cruzada evangelística e após passar o dia ensinando no templo; orou antes de enfrentar a cruz e durante a cruz; orou por si mesmo e orou pelos discípulos; enfim, Jesus orava muito.

Ele valorizava tanto a oração que em épocas de muitas atividades ele se levantava quando ainda era escuro, para poder orar o suficiente, antes de ser interrompido ( Mc 1.35,36). Ele priorizava tanto a oração que mesmo quando seus discípulos enfrentavam grande perigo em alto mar ele continuou orando do cair da tarde até as três horas da manhã, quando então foi socorrer os discípulos ( Mt 14.22-24; Mc 6.45-48; Jo 6.16-19). Ele acreditava tanto no poder da oração que levou seus três discípulos mais chegados para orarem com Ele no momento mais difícil de sua vida ( Mt 26.40,41).

Para ele a oração era mais importante do que atender a multidão ( Lc. 5.15s), isto não porque não quisesse ajudar a multidão, já que Ele tinha compaixão dela ( Mt 9.36), ou porque não julgasse necessário cumprir sua missão ( Jo 9.4), mas porque Ele acreditava que a melhor maneira tanto de ajudar a multidão como de cumprir sua missão era com oração.

A oração foi a forma como Ele se defendeu das pressões que procuravam levá-lo a realizar Sua obra de outra maneira ( Jo 6.15).

Ele tanto ensinou como demonstrou a verdade de que não precisamos de espectadores quando oramos, pois ele procurava lugares solitários para orar, e disse que devíamos orar assim ( Mt 6.6).

Otto Borchert, na excelente análise que faz da pessoa de Jesus, no livro O JESUS HISTÓRICO, indica três atitudes sobre Jesus e Sua vida de oração.

Para Jesus, orar era amar. Ele orava por pessoas ( entre muitos exemplos, podemos citar Jo 17, onde Ele orou até por nós ), através da oração buscava ajudar as pessoas que passariam por dificuldades ( orou por Pedro sabendo que ele iria negá-lo, Lc 22.32), mesmo na hora da morte orou pelos que o feriam ( Lc 23.34). A preocupação de Jesus não era fazer uso de Deus através da oração, mas desfrutar da comunhão com Deus, a oração era uma demonstração de que Ele amava a Deus, além do próximo.

Para Jesus, orar era se apropriar. Era uma busca pela ajuda de Deus crendo que Deus poderia ajudar. Era um grito de socorro pela ajuda do Pai. A agonia era o momento de orar com mais intensidade ( Lc 22.44), a oração era o modo de enfrentar o pavor e a angústia ( Mc 14.33).

Para Jesus, orar ser se sacrificar. Ele sacrificava a Sua vontade para fazer a vontade do Pai ( Lc 22.42). Ele colocava-se a disposição do Pai para glorificá-Lo ( Jo 17.1).

Que tal aprendermos com o Mestre o valor e significado da oração?

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Aquecendo o amor a Deus com boas companhias



É fato que nosso amor por alguém pode ser influenciado por nossas amizades. Alguém pode se apaixonar por um time de futebol por conta do amor que seu pai ou amigos têm por aquele time. Alguém também pode deixar de amar por causa de suas companhias. Um filho pode esfriar no amor para com seus pais o marido por causa de amigos, namoro, etc.

O mesmo acontece no amor para com Deus. Quando ele esfria precisamos cultivar para que renasça. E nós o cultivamos afastando-nos dos que não amam a Deus, e nos aproximando dos que amam a Deus.

Clik no link, baixe e escute a mensagem "Cultivando o amor a Deus com boas companhias"

http://www.4shared.com/u/pgrpkqrz/d732109f/IGREJA_BATISTA_REGULAR_DE_NOVO_JUAZEIRO.html