
o amar a imagem que faço do outro,
amar minhas expectativas que projeto no outro,
amar minhas expectativas que projeto no outro,
amar o que quero que o outro seja,
amar o que desejo que o outro me ofereça,
e não amar o que o outro de fato é,
e não aceitar o que de fato ele tem para me oferecer.
Isto equivale a amar no futuro do pretérito,
amar o que era para ter sido, mas o que de fato não é.
Vale a pena ler o artigo O RETRATO e refletir sobre ele em nossos relacionamentos.
Está postado no antigo blog do Pr Walter Amaral:
Teologizando a vida
http://teologia-zando.blogspot.com.br/2007/09/retrato_23.html
Um comentário:
Interessante! Rsrsrsr
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